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  1. Oi Preguiça - Visão Masculina

    24 de setembro de 2011

    Segue um texto publicado a convite da amiga Verinha, no blog Oi Preguiça. Sobre temas que não costumo publicar por aqui (não com tanta objetividade), mas que valeu pelo desafio:

    Visão Masculina - O homem que gosta da mulher "parceira"


    Quando recebi o convite pra escrever pro Oi Preguiça fiquei imaginando se teria espaço para um blogueiro do sexo masculino nesse sofá vermelho. Um espaço que vez ou outra é hostil aos “seres da minha espécie”, mas que no fundo sabe que não viveria sem eles. É o tal negócio: ruim com eles pior sem eles. Enfim, decidi aceitar o desafio.

    E resolvi tentar contribuir com a MINHA visão masculina sobre os assuntos que geralmente batem por aqui. Pensando em mim, percebi que sou um homem que gosta da mulher que é parceira. Aquela que está contigo pro que der e vier, custe o que custar e doa a quem doer.

    Para criar polêmica logo de uma vez, defendo a tese de que a Amélia, de Ataulfo Alves -aquela música “Amélia que era mulher de verdade...” -, realmente é a mulher que merece a minha atenção. Deixa eu explicar, antes que as feministas me joguem pedras.

    A música fala do cara que está num relacionamento com uma mulher que “faz tanta exigência”, que “só pensa em luxo e riqueza” e “tudo o que vê já quer comprar”. Até acredito haver otários que gostam das princesinhas dondocas, interesseiras aos montes por aí, que só se contentam com presentes caros, olham o seu carro, querem as baladas mais pop’s.


    Mas eu prefiro a Amélia, que pode estar “passando fome”, mas está ao meu lado, e que quando “me vê contrariado diz: meu nêgo o que se há de fazer”. Não que não gostaria de dar tudo pra pessoa que eu amo. Até porque acho que a mulher merece o melhor. Mas e quando não podemos? Aí é que vemos se o amor é ou não de verdade. Aí é que descobrimos quem é a parceira de verdade.


    Gosto da mulher que está comigo nos bons e maus momentos. Gosto da mulher sem frescura que me acompanha tanto num restaurante top, quanto num boteco pé-sujo pra ouvir música de garagem ou numa roda de samba no meio da rua.

    Aquela que me acompanha num bom vinho espumante, ou nos “três latão dez real” da Lapa. A mesma que levo pra um fim de semana num chalé em Maringá, ou numa barraca de camping apertada na beira do mar e acha bom, só pelo fato de estar ao meu lado. Ela existe e, felicidade, já está comigo!

  2. 1 comentários:

    1. Ju disse...

      AMEI ESSE POST! DE VERDADE!