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    27 de agosto de 2008

    Algumas frases atribuídas à Gabriel Garcia Marquez, gênio da literatura de quem ultimamente estou 'devorando' um livro.

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    Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se.


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    É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.


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    Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.


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    Te amo não por quem tu és,mas por quem sou quando estou contigo.
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  2. Assessor que é assessor...*

    20 de agosto de 2008

    Jornalista Thais Torres, assessora de imprensa, fala dos desafios da profissão

    por Gabriel Araújo, especial para a UFJF

    Assessor que é assessor consegue divulgar a instituição ou pessoa para a qual trabalha até em uma entrevista sobre a profissão. Assim é a jornalista Thais Torres, chefe de jornalismo da assessoria de comunicação da prefeitura de Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro. Em frases como “a prefeitura faz a sua parte”, Thais deixa transparecer o lado assessora, como quem encarna de verdade o trabalho de comunicação empresarial. Mas mesmo assim, fala com propriedade sobre os principais fatos e desafios que cercam o mundo do assessor.

    A jornalista acredita ser essencial o planejamento de comunicação para uma organização e diz que o melhor caminho para gerenciar uma crise é o diálogo aberto e honesto com os assessorados. Trabalha numa assessoria que tem estrutura de jornal de pequeno a médio porte e chefia uma equipe de seis jornalistas, além de coordenar profissionais da área como publicitários e RP’s.

    Na entrevista ela deixa claro que a ética é essencial, e que o jornalista não deve calar quando percebe atitudes antiéticas por parte do assessorado.

    Gabriel Araújo: Qual a sua experiência na área de assessoria de comunicação?

    Thais Torres: Com cinco anos de formada, acumulo hoje a experiência de duas assessorias de imprensa voltadas para política. Quando concluí a faculdade de jornalismo no Centro Universitário de Barra Mansa (UBM) já fazia estágio na assessoria de imprensa da Prefeitura de Barra Mansa e, em seguida, fui contratada. Ao todo, fiquei por lá mais ou menos dois anos. Saí apenas porque recebi uma proposta de emprego que iria me ensinar como administrar uma redação de um jornal diário. Depois de dois anos à frente da chefia de jornalismo do jornal, passei por um semanal, e em seguida fui convidada para integrar a equipe da assessoria de imprensa da Prefeitura de Resende. Inicialmente apenas para editar o jornal mensal, mas após seis meses, assumi a chefia da equipe de jornalismo onde estou até hoje. Isso já faz dois anos.

    GA: Qual a sua função na assessoria em que trabalha atualmente? E que tipo de trabalho você desenvolve?

    TT: Como disse anteriormente, sou chefe de jornalismo da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Resende. Além de coordenar outros seis jornalistas, sou ainda a jornalista responsável pelos dois jornais mensais, um voltado para a população e o outro para o servidor público. Coordeno ainda as pautas do programa de rádio, supervisiono o conteúdo do site, edito e confecciono diariamente releases e notas para divulgação espontânea na imprensa regional, além de atender a imprensa e desenvolver - junto com a minha equipe - projetos especiais, como a elaboração de revistas, folders, banners, datashows, vídeos, entre outros.

    GA: Quantas pessoas trabalham na estrutura da assessoria da qual você faz parte?

    TT: A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Resende é uma das mais completas que eu tenho conhecimento no Sul Fluminense. Ao todo, somos 18.

    GA: Quantos jornalistas, quantos publicitários e quantos relações públicas ?

    TT: Contamos com um assessor de comunicação, sete jornalistas e ainda na assessoria de imprensa: um fotógrafo, um cinegrafista e uma pessoa responsável pelo clipping de mídia impressa, já o de mídia eletrônica, assim como a publicidade e o site são serviços terceirizados. A Acom conta ainda com uma relações públicas, uma auxiliar de cerimonial e dois locutores. Trata-se de uma equipe e tanto, mas que produz como uma redação de um jornal diário.

    GA: Como você se atualiza para atuar em assessoria? Acha importante?

    TT: Considero muito importante atualização independente do ramo de atividade profissional. Na comunicação então é essencial, pois tudo é novo. Tudo muda um pouco de um dia para o outro. Para manter-me atualizada busco cursos de extensão como os do Comunique-se e, agora, faço parte da turma de pós-graduação em Comunicação Empresarial do Centro Universitário de Barra Mansa (UBM).

    GA: Você lê alguma revista ou outra publicação sobre comunicação empresarial?

    TT: Leio tudo o que posso com relação à comunicação. Ultimamente ando visitando muito o site da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom). Gosto do que encontro por lá. As dicas são importantes e aprender nunca é demais.

    GA: Em sua opinião, como está o mercado na área de assessoria de comunicação?

    TT: O mercado de comunicação é (e sempre foi) muito fechado. Quando ainda estava na faculdade ouvi um professor dizer que quem filtrava os profissionais era o mercado. Ele dizia: os bons ficam. Concordo com ele. Claro que existem exceções, já que muita gente sabe enganar bem... Mas trata-se de um mercado fechado, difícil, que continua pagando baixos salários a nós, profissionais de comunicação – justamente – porque a mão de obra barata (os estagiários) ainda estão em voga. Embora existam tantos contratempos, a assessoria de comunicação ainda é um caminho para aqueles que se dedicam, trabalham com ética e, sobretudo, que valorizam a universalização da informação.

    GA: Qual é a importância do planejamento de comunicação para uma assessoria?

    TT: Fundamental. Tente imaginar uma assessoria de imprensa sem um planejamento de comunicação? Poderia tornar-se um caos, por exemplo, pela falta de prazos e os trabalhos a serem desenvolvidos poderiam não ser concluídos em sua plenitude. Quando falamos em planejamento, falamos em estruturação para que tudo dê certo, mesmo em casos de crises. Apenas com o planejamento de comunicação é que o trabalho desenvolvido por uma assessoria ocorre sem ruídos.

    GA: Como a sua assessoria trabalha a divulgação da responsabilidade social e ambiental, que hoje é uma premissa de toda empresa ou organização? E porque atualmente estes dois temas (responsabilidade social e ambiental) são tão importantes?

    TT: Atualmente as palavras chaves são: aquecimento global e preservação ambiental. Por quê? A resposta é óbvia mesmo. Porque depois de tamanho estrago ao meio ambiente, as corporações, as empresas privadas ou públicas perceberam que elas têm uma grande parcela de culpa nisto e pensaram: “Como nós poderemos reverter isso sem nos prejudicarmos?” Simples. Desenvolvendo responsabilidade social. Trabalhando para preservar o meio ambiente e, consequentemente, para conscientizar a todos sobre o aquecimento global.Resende, no interior do estado do Rio de Janeiro, possui uma característica peculiar das regiões serranas: sua natureza. Além de contar com o Parque Nacional do Itatiaia, é de Resende a vila charmosa de Visconde de Mauá. E é desenvolvendo projetos sócio-ambientais que vão desde a coleta de lixo seletiva até o ecoturismo com expedições à Pedra Selada, que a Prefeitura de Resende também faz a sua parte.

    GA: Na sua opinião a gestão de crises é importante?

    TT: A gestão de crises é importantíssima tanto para o assessor, quanto para o assessorado.

    GA: Como a sua assessoria trabalha o gerenciamento de crises? Tem abertura para trabalhar? Existe um programa com a previsão das possíveis crises que o assessorado poderá passar, para que os assessores possam atuar rapidamente?

    TT: Se for possível elaborar um “guia” para como enfrentar crises, elabore. Mas nem sempre temos tempo para isso, então o que fazer? O melhor caminho é o diálogo. Em Resende quando diagnosticamos uma crise, geralmente, fazemos uma reunião e definimos uma estratégia para neutralizarmos a imprensa e ganharmos um pouco mais de tempo para resolver o problema. Se podemos trabalhar preventivamente, melhor ainda...Passamos por uma crise há pouco tempo, mas dessas crises previsíveis com data marcada para acontecer, então, o que fizemos: por tratar-se de um assunto delicado e polêmico preservamos todos os possíveis interlocutores do Executivo e redigimos uma nota oficial assinada pelo Procurador Geral do Município. A nota só foi enviada a quem nos procurava para saber sobre o assunto e pronto: enfrentamos a crise e alcançamos o nosso objetivo. Portanto, não há dúvidas: é necessário trabalhar em equipe, com cautela e com coesão.

    GA: Em sua opinião, quem tem o melhor perfil para chefiar uma assessoria de comunicação, jornalista, publicitário, RP, ou outro profissional? Porque?

    TT: Por tratar-se de uma assessoria de comunicação, ela deve ser gerenciada por quem entende do assunto e isso significa que tanto pode ser um jornalista, um publicitário ou um relações públicas. Mas é claro que quem estiver à frente deve compreender a necessidade de cada área.

    GA: Mas existe algum profissional que não tem este perfil?

    TT: Isso já fica mais complicado quando a pessoa tem formação em administração, por exemplo. Muitos por terem feito administração caem em chefia de assessorias de comunicação, mas apesar de aprenderem na faculdade a administrar, eles não obtêm sucesso em empresas de comunicação. É necessário muito mais feeling do que regras administrativas.

    GA: Como a assessoria de vocês trabalha o feedback da comunidade sobre as ações desenvolvidas?

    TT: Trabalho em uma Prefeitura, portanto, para a população. Nosso feedback das ações desenvolvidas pela atual administração vão desde a imprensa local, a ouvidoria, passando pelo fale conosco do site oficial, chegando aos nossos programas de rádio - onde o microfone é aberto a quem quiser tirar suas dúvidas, elogiar ou reivindicar ações e ainda aos jornais impressos, onde a comunidade tem a oportunidade de perguntar ao prefeito porque a rua dela ainda não foi asfaltada, por exemplo.Mas o trabalho in loco também é um grande termômetro. Produzimos no mês passado uma edição especial do jornal e, como disse, vamos às ruas apurar, mesmo, a opinião das pessoas que vivem por lá. O gancho era: “a isenção no IPTU para mais de 21 mil famílias” e o feedback foi maravilhoso. Eles ainda não sabiam da isenção, justamente, porque ainda estávamos produzindo o material de divulgação e quando souberam as reações foram diversas: uns desconfiavam, outros ficavam alegres e quase todos perguntavam: “É para sempre?”. Feedback melhor que cidadão, não há.

    GA: E o relacionamento com os meios de comunicação, quais são as principais dificuldades e facilidades?

    TT: Ganhei a chefia de jornalismo da Prefeitura de Resende, justamente, porque a pessoa que ocupava o cargo não se comunicava com os meios de comunicação, isso significou um desgaste grande entre a Acom e os veículos. Por estarmos localizados em uma região pequena e por não contarmos com muitos órgãos foi fácil reverter à situação e hoje contamos com o apoio dos principais meios de comunicação, exceto aqueles que fazem oposição por oposição.Fizemos um planejamento. Fazíamos as pautas diárias, mas não deixávamos de produzir - com exclusividade - material para os jornais semanais e ainda produzir matérias para as TVs. Tudo o que nos interessa é mídia espontânea e estamos obtendo êxito.O único problema é que, por trata-se de uma região tão pequena, muitos produtores e jornalistas têm os números dos telefones celulares de secretários e coordenadores - o que dificulta nosso trabalho e fazendo com que - às vezes - fiquemos “vendidos”. Agora a pouco todos os celulares corporativos da Prefeitura mudaram, então, informei uma estratégia nova: - a partir de hoje ninguém passa o número de celular dos secretários para ninguém. Tem dado certo, por enquanto...

    GA: Qual a importância da ética para o assessor de comunicação? Dê exemplos de situações em que você precisa lidar com questões éticas e quais as saídas?

    TT: Isso é um ponto crucial para o assessor. Seja ele assessor de um político ou de uma rede de shoppings. Ética é um valor do ser humano, mas no trabalho, muitas vezes somos obrigados a passar por cima dela. Não trata-se de uma tarefa fácil, por esse motivo é necessário buscar um ponto de equilíbrio. Por exemplo: se for possível que o assessor indique o melhor caminho, não exite, mesmo que a resposta seja um “não”. Lembre-se que ao menos você tentou.Entretanto quando o caso for extremamente grave e isso for realmente contra tudo o que sabe que é certo, pense em uma estratégia para que seu assessorado imagine que continue certo e divulgue de maneira correta, ou pelo menos, coerente, a informação.Existem muitos profissionais no mercado que seguem ao “pé da letra” aquele ditado popular: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Eu penso diferente. Posso até fazer muita coisa contrariada, mas ao menos eu “luto” pelo que acredito que seja ético e tento revelar ao meu assessorado que o caminho optado, por ele, pode gerar muito mais ônus que bônus.

    GA: Você conhece o código de ética da Associação Brasileira de Agências de Comunicação? Se sim, qual sua visão sobre?

    TT: Conheço pouco. Mas pelo o que li trata-se de um código de ética mais real do que utópico. Ele prega por respeito, justiça, igualdade, solidariedade, diálogo e honestidade. Fatores que estão intrínsecos no ser humano. Por esse motivo pode ser considerado um código de ética voltado para a nossa realidade. Ele estabelece uma série de princípios e prevê sanções associativas às agências filiadas que venham a desrespeitar suas diretrizes.

    GA: E o código de ética dos jornalistas? Idem.

    TT: O código de ética dos jornalistas é utópico para o Brasil, mas não utópico por nossa culpa, e sim, porque quase tudo o que está escrito lá não é respeitado, justamente por não estar de acordo com a atual realidade. Ou é isso, ou a maioria dos jornalistas não faz idéia do significado da palavra. Por exemplo: qual é o paparazzi que se preza, que respeita o direito à privacidade do cidadão, especialmente, quando se trata de um famoso? O código escrito em 1987 é bom, mas deveria ser atualizado.

    ...

    (*): Publicada originalmente no blog www.sorrisosplasticosvblog.blogspot.com, da jornalista Thaís Torres - mantive a edição feita por ela em seu blog. É uma pequena homenagem a esta grande profissional que me ensinou muito quando foi minha chefe de reportagem nA Voz da Cidade. Parte integrande de um trabalho para o Curso de Comunicação Empresadial da UFJF, a entrevista mostra um dos lados da Thaís, a profissional assessora de comunicação, à época que trabalhava na prefeitura de Resende.

    Como muitos amigos e colegas já disseram, ela deixará saudades. Em momentos como este gostaríamos de brincar de Deus e mudar a história.
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  3. Meio termo

    17 de agosto de 2008

    Não me desespero mais
    Nem tampouco espero
    A paixão que eu tinha por tudo o que era vivo a minha volta
    é revolta, mas ainda assim não desapaixono.

    Os enganos de sempre nem me perseguem tanto
    Mas nem por isso é feito de desenganos o meu canto.
    A falta de alegria não é tristeza
    Nem é felicidade, a inexistência de sofrimento

    Não é tudo e nem é nada pra ser sincero
    Mas nem dizer verdade é o que quero
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  4. Aprecie com moderação

    12 de agosto de 2008

    Um chopp bem gelado no fim do dia, ou no fim de semana a tarde com os amigos. É um bom programa para todos aqueles que apreciam a famosa bebida feita de malte, lúpulo e fermento. Mas para que muitas pessoas desfrutem do prazer de uma deliciosa tulipa de chopp é necessário o trabalho de pessoas como seu Arnaldo, assistente de cervejeiro, para quem a cerveja é um ofício ao qual ele se dedica há mais de 30 anos.

    Arnaldo já perdeu a conta de quantos litros de cerveja fabricou. Porém, atualmente, trabalhando na cervejaria Mistura Clássica em Volta Redonda, afirma que saem dos tonéis direto para os copos de apreciadores em todo o Brasil e no exterior mais de 30 mil litros de chopp e cerveja por mês.

    Como todo bom cervejeiro, o assistente não gosta quando chamam de espuma o creme que surge quando a bebida passa dos barris para as tulipas. “Uma cerveja artesanal não tem espuma mas sim creme”, enfatiza, explicando que para cada tipo de chopp há uma quantidade certa de colarinho que, entre outras coisas, dá sabor e ajuda a manter a temperatura ideal da bebida.

    Vários tipos diferentes de cerveja. Outro segredo que o cervejeiro revela ao falar um pouco mais da sua rotina. “Aqui produzimos Amber (maior teor alcoólico e coloração escura) e Pilsen (mais suave, seco, e coloração clara), mas existem vários outros tipos”, diz, apontando que a temperatura é um fator essencial para o bom chopp.

    A rotina de Arnaldo começa às quatro horas da manhã na fábrica. O trabalho é artesanal e, segundo ele, exige muita técnica e paciência. Antes de ser gelada, a cerveja passa por três estágios: mistura, fermentação e cozimento. Depois, de cada lote de cerveja fabricada é retirada uma amostra que será testada em relação ao sabor e pureza.

    Apaixonado pela profissão e pelo bom chopp, o assistente de cervejeiro brinca afirmando que deixou de beber durante a semana, apesar de passar o dia provando amostras dos tonéis fabricados por ele. “Aqui é o meu trabalho, nos finais de semana sou um apreciador”. E quando perguntado se gosta da profissão ironiza: “É um emprego ruim. Muita gente nem gostaria de estar no meu lugar”, diz.



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    Nota do jornalista: Como a maioria das boas histórias, esta surgiu de repente, sem querer. Conheci seu Arnaldo no aniversário de um amigo, quando este me pediu para ir de carro buscar mais chopp e acabei sendo acompanhado pelo próprio cervejeiro que me contou um pouco da sua rotina. Acabei aprendendo um pouco mais sobre este delicioso e gelado ofício e ainda ganhei uma taça de um dos melhores chopps Amber, com seis dedos de espuma, ops, creme, que já tomei.

    Veja também: www.cervesia.com.br. Apreciem com moderação e se forem dirigir não bebam, agora é lei.
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