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  1. Feriado (segunda parte - final)

    31 de maio de 2007

    (primeira parte)

    Já passava das cinco da tarde quando vimos aquele homem entrando pela porteira. Nos olhou com os olhos vermelhos e se aproximou trazendo um cheiro forte que não escondia as doses de álcool que havia tomado. Ficamos ali, sem ação. Coração a mil. Suor frio. Encurralados. Carla apertou com força a mão de Leandro. Tamires ensaiou voltar. O homem enfurecido esbravejou: “O que vocês estão fazendo aqui?”. Nos olhamos por alguns segundos. Alguém tinha que inventar alguma coisa.

    – Chegamos até a praia pela água. Vimos a estrada e entramos, mas não sabíamos que era um sítio – menti com convicção. O homem não queria acreditar. Falava em chamar a polícia, mas naquele fim de mundo... Argumentávamos em vão. Pedíamos que nos deixasse passar.

    Ele trancou o cadeado. Falava em pegar uma arma. Quando deu as costas para correr até a casa, tentamos fugir. Tentativa mal sucedida. Agarrou Carla e Paola e me empurrou contra o chão. Caí. Leandro atacou. O homem era forte e também o derrubou. Arrastou as duas até a casa. Jogou-as na varanda. Quando abaixou para pegar alguma coisa num canto, foi atingido por uma pedra. Era Tamires que gritava desesperada. Não adiantou.

    O homem atacou, dessa vez já com uma faca. Foi em direção à Tamires. Consegui me levantar e dei a primeira tijolada em sua cabeça. O homem bambeou, mas conseguiu se virar. E Leandro o atingiu com uma paulada, também na cabeça. Caiu. Levantou e foi em direção à Carla. Mas Paola o empurrou.

    Bateu a cabeça no chão. Tentou levantar. Desmaiou. A queda abriu um ferimento que não estancava. O sangue no braço de Tamires, também não estancava. O corte com o facão parecia profundo. Ela chorara. Eu também. Leandro correu até Carla e a abraçou. Paola se desesperou.

    – O que vamos fazer?

    O homem não respirava mais.

    Liga pra uma ambulância. Mas o que vamos dizer? Põe ele no carro. Mas o que pode nos acontecer. Avisa a polícia. Não! Vamos fugir. Ninguém sabe que estivemos aqui.
    Deixamos o corpo, pulamos a porteira e corremos. Entramos no carro...


    – Tenho que confessar, eu também pensei em fazer a mesma coisa caso ele tentasse nos machucar! – disseram todos em coro. E a gargalhada foi geral.

    – Ia parecer aquele filme: ‘Eu sei o que vocês fizeram’, só que com outro título - ria Carla.

    – Que medo que eu senti! – dizia Tamires.

    – Eu fiquei tranqüila – mentia Paola, e todos ríamos.

    A volta pra casa foi mais rápida. O alívio que sentíamos, pelo susto que passamos, nos fazia esquecer do tempo. Tínhamos conseguido enganar aquele homem. Francisco, seu nome, era forte sim, mas estava tão bêbado que não conseguiria segurar um canivete. Era o caseiro, e apesar de realmente ter nos ameaçado, trancado o cadeado, segurado nossos braços, tentado nos levar para a casa do sítio para tomar um café, não fez nenhum mal. O alívio foi instantâneo no momento em que abriu aquela porteira. Ainda nos levou até o carro, estacionado depois da ponte. Contou alguns de seus feitios, inclusive sobre um vizinho a quem tinha matado com a tal arma. Pensei comigo: “O que não podemos fazer quando estamos ameaçados...”

    E partimos, para nunca mais voltar. Ou quem sabe na próxima semana santa. Afinal: ‘Eu ainda sei o que vocês fizeram na semana santa passada’.

    por Gabriel Araujo
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  2. Feriado (primeira parte)

    29 de maio de 2007

    Num lugarejo, desses com uma rua, uma praça, uma igreja, dois bares, algumas casas e muito mato, um grupo de cinco amigos foi passar o feriado da semana santa. Era a Serra do Grotão.

    Leandro e sua namorada Carla, Paola, Tamires e eu. A casa era da família de Carla. Tinha piscina, mas o frio que fazia desanimava qualquer um, de qualquer tentativa de um mergulho. Mesmo assim, a idéia era conhecer as famosas cachoeiras que haviam por ali.


    E no segundo dia do feriadão fomos, de carro, seguindo por uma estrada de chão batido até o lugar tão conhecido: cachoeira da Neblina. A estrada estreita, perigosa; o tempo nublado, ameaçando chover; o frio ameno; mas o ânimo de fazer algo naquele lugar sem muitas opções. No mínimo tirar umas fotos pra levar pra casa e mostrar pros amigos.

    Lugar lindo, do jeito que falavam. Paola tinha levado uma garrafa de vinho pra tomarmos. Queda vertiginosa. A força da água batendo nas pedras formava a neblina. Não dava para entrar na água. Depois de beber o vinho em copo descartável, queríamos explorar.

    – Vamos descer e ver um lugar pra gente nadar, Miguel – propôs-me Leandro. As meninas não queriam nadar. Estava realmente frio. Descemos de carro e avistamos uma ponte. Do outro lado a estrada continuava e, dentro do rio que se formava aos pés da Neblina, uma praia – um banco de areia.

    A única forma de chegar até o lugar era por uma porteira. Leandro e Tamires foram à frente. Tínhamos medo de aquela praia ter dono, igual às de Angra dos Reis, cercadas por aqueles condomínios fechados. Eles chegaram até lá e deram o sinal. Tudo tranqüilo. A praia tinha dono, mas o dono não estava em casa. E como tinha deixado o cadeado da porteira aberto, qual seria o problema?

    Entramos e nadamos. As meninas não. Quando a hora já avançava resolvemos ir embora. Voltamos pelo mesmo caminho, em meio a um pequeno milharal.

    Naquele momento a história começava a mudar. O que era pra ser apenas mais um feriado, estava prestes a se tornar o inesperado.

    (continua...)
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  3. Fumaça

    28 de maio de 2007


    Cachoeira da Fumaça - Quatis

    .


    Cenário perfeito. Pedras, água, floresta e a Ferrovia.

    Lugar que conheci no feriado da última semana santa, em abril.
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  4. O mundo é “bão”

    22 de maio de 2007

    - Tinha que dar é um pedaço de terra pra esse povo plantar. Duvido se desse um pedaço de terra, que esses homens que ficam pedindo as coisas iam querer trabalhar. Na terra tem tudo que a gente precisa. Não precisa ficar pedindo – é mais ou menos com essas palavras que esse homem, Sebastião, Tião, Tão expressa sua idéia revolucionária de um 'socialismo-agrário', meio MST. Ele nem sabe o que significa o socialismo ou a sigla do movimento da bandeira vermelha. Mas tem a sabedoria de poucos. A sabedoria que não se aprende em livros, mas que nasce da vida sofrida, da biografia vivida.

    E eu fico ali concordando meio boquiaberto, meio impressionado, meio discordando, completamente admirado. E o Tão fala, mais uma vez, com a experiência de quem “segurou na mão de Nossa Senhora” várias vezes:

    - Em primeiro lugar a devoção, em segundo a obrigação, em terceiro a diversão. Primeiro lugar é Deus, Gabié! – diz me chamando pelo apelido, e dá aquela risada abafada de quem sabe que caso a ordem for invertida, a probabilidade de dar errado é grande. E eu ali concordando, duvidando, aprendendo.

    E o Sebastião, com a franqueza matuta de quem sabe que a verdade tem que ser dita, com a língua solta mesmo, me faz rir. Rir quando fala em alto e bom som: “Fiédaputa! Diabo sô. Essa porra”. E eu ali, rindo. Pois é, Tião sabe o gosto de dizer um palavrão bem dito na hora certa. Sabe também dar os apelidos certos, só de olhar pra sua cara: “Palito, Tuca, Gabié, Patinho, Frango...”, só pra citar alguns.

    É incansável. Só vai parar quando a vida disser: - Chega! Já deu sua contribuição única pro mundo. E ele vai olhar pra trás, com a humildade espontânea de quem não sabe o que é orgulho: “Eu fiz o que deu pra fazer. Se ficou bão ou não. É vocês que tem que dizer”.


    Homenagem pra meu avô, Sebastião, 92 anos, que acaba de superar mais uma e surpreender a todos saindo de um coma e se recuperando cada dia mais.


    Por que o Sol saiu
    Por que seu dente caiu
    Por que essa flor se abriu
    Por que iremos viajar no verão
    Por que aqui o mundo não será cão

    O mundo é bão, Sebastião
    O mundo é teu, Sebastião


    (trecho da música O mundo é bão, Sebastião, Nando Reis)
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  5. Traços

    17 de maio de 2007


    Começo a postar aqui alguns dos meus traços. Desenhos, ou cópias de desenhos de outros, que faço desde os, mais ou menos, 10 anos. Esta é uma cópia a mão livre de um do Gen 13, um dos HQ's que costumava ler. Enjoy!


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  6. Sem perder a "piada"

    16 de maio de 2007

    A capa do jornal EXTRA de hoje (dia 16 de maio) não perdeu a piada. A manchete: "Casal gay ganha direito a pensão", sobre a aprovação na Alerj do projeto do governador Sérgio Cabral criando pensão para companheiros de servidores homossexuais, foi publicada na página 24.
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  7. (...) Sem palavras

    15 de maio de 2007

    Agora entendo porque minha mãe dizia pra eu "regar" as plantinhas. _________________________________ Australiano passa 12 dias submerso respirando oxigênio à base de algas e xixi Já ouviu falar em agricultura de subsistência? Pois o cientista marinho Lloyd Godson deu um novo sentido à expressão tão cara às ciências econômicas ao passar quase duas semanas submerso respirando o oxigênio produzido por algas embebidas em seu próprio xixi. Aos 27 anos, Lloyde autodenomina-se "louco". Foram 12 dias dentro de uma cápsula de aço com apenas 9 metros quadrados, apenas para demonstrar como um sistema ecológico fechado pode funcionar. "Achei que fosse sair mais louco do que saí no final", disse ele, depois do experimento, devidamente assistido por psicólogos. O teste do sistema, desenvolvido por israelenses, foi financiado pela revista Australian Geographic. Os resultados da pesquisa podem vir a ajudar no planejamento de missões espaciais e subaquáticas de longo prazo. Por reconhecer a importância do xixi na produção de oxigênio de subsistência, a partir de hoje do editor do UOL Tablóide só vai usar a descarga quando fizer o número dois. Publicado no Uol Tablóide.
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  8. Mude

    12 de maio de 2007

    Edson Marques
    Mude.
    Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
    Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
    Mais tarde, mude de mesa.
    Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
    Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
    Tome outros ônibus.
    Mude por uns tempos o estilo das roupas.
    Dê os teus sapatos velhos.
    Procure andar descalçoalguns dias.
    Tire uma tarde inteira pra passear livremente napraia, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
    Veja o mundo de outras perspectivas.
    Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
    Durma do outro lado da cama...depois, procure dormir em outras camas.
    Assista a outros programas de TV, compre outrosjornais... leia outros livros.
    Viva outros romances.
    Não faça do hábito um estilo de vida.
    Ame a novidade.
    Durma mais tarde.
    Durma mais cedo.
    Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
    Corrija a postura.
    Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
    Tente o novo todo dia,o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novojeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
    Tente.
    Busque novos amigos.
    Tente novos amores.
    Faça novas relações.
    Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outrapadaria.
    Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
    Escolha outro mercado... outra marca de sabonete,outro creme dental...tome banho em novos horários.
    Use canetas de outras cores
    Vá passear em outros lugares.
    Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
    Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escrevas outraspoesias.
    Jogue fora os velhos relógios,quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
    Abra conta em outro banco.
    Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outrosteatros, visite novos museus.
    Mude.
    Lembre-se que a vida é uma só.
    E pense seriamente em arrumar um novo emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, maisprazeroso, mais digno, mais humano.
    Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
    Seja criativo.
    E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
    Experimente coisas novas.
    Troque novamente.
    Mude, de novo.
    Experimente outra vez.
    Você certamente conhecerá coisas melhorese coisas piores do que as já conhecidas.
    Mas não é isso o que importa.
    O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
    Só o que está morto não muda!
    _________________________________
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  9. Gabriel Araujo

    Teoria da conspiração? Com certeza não. Enquanto o papa Bento XVI inicia sua visita ao Brasil, os deputados federais votaram e aprovaram o próprio aumento salarial, do presidente da república e dos ministros. Aproveitaram que a opinião pública está toda voltada para a visita do pontífice, e enfiaram goela a baixo do brasileiro um reajuste que vai custar míseros R$ 610 milhões aos nossos bolsos. Tadinhos, os deputados ganhavam muito pouco mesmo, apenas R$ 12.847, agora ganham o justo salário de R$ 16.512,19, fora os R$ 15 mil da verba de gabinente. O presidente também, que tinha R$ 8.885, e passa agora a R$ 11.420. Os deputados até tentaram votar o aumento na semana passada, mas adiaram, estrategicamente, a discussão.

    Agora, falando sobre a visita do papa, temos que concordar: Bento XVI não é pop. Não veremos o sumo pontífice beijando o chão do Brasil ao descer do avião, como fez João Paulo II em sua primeira visita. No máximo um sorriso torto e um aperto de mão no presidente. Não ouviremos em seu discurso piadas como: "Se Deus é brasileiro, o papa é carioca" (JP II). Provavelmente não veremos o sumo pontífice ganhar um abraço caloroso de uma cantora peituda, como fez Fafá de Belém, no Maracanã. Não veremos entoar: "A benção João de Deus", no máximo um "Bendito o que vem em nome do senhor".

    Veremos sim, o papa firmar posições. Posições sobre o aborto, como já fez em seu primeiro discurso. Posições sobre o divórcio, união homossexual, avanço das igrejas pentecostais, entre outros polêmicos. Este papa não é pop e não tem pretensão de ser. Isso é bom ou ruim? Não sei, é assunto para outra postagem. Mas que as lentes das câmeras de TV e fotografia gostariam de um JP III isso não há dúvidas.
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  10. Música

    9 de maio de 2007

    Gabriel Araujo

    Abelhas em vôo solo.
    Dois dos integrantes de uma das mais conceituadas bandas do cenário nacional, o Kid Abelha, lançam CD’s em carreiras solo este mês. É a melhor banda na visão deste “blogueiro”, diga-se de passagem. As músicas belas e despretensiosas, fazem do Kid (para os íntimos) uma banda que consegue falar a todos. Na maior parte do tempo somos despretensiosos, e queremos o simples. E assim é o Kid.

    Mas voltando a falar sobre os vôos solos, Paula Toller e George Israel (o cara do sax) na verdade estão, ambos, na segunda arriscada fora da colméia. Paula lançou o disco homônimo em 1996, com sons totalmente diferentes do que o Kid faz. Em um trecho da música Derretendo Satélites, fala de sexo como nunca havia falado: “onde a tua mão está agora?/ a minha você sabe bem/ quanto mais tempo demora, mais violento vem”. Fala do filho, na música “Oito anos” (aquela que outra cantora regravou no CD Adriana Partimpim). Faz regravações de sambas, xotes e baladas rock.


    autógrafos: Paula Toller e Bruno Fortunato (guitarra) no encarte do CD Surf
    .
    No CD novo, Paula inova. Como ela mesmo diz no diário do seu site (ver links abaixo), “Só Nós” será um disco “autoral”. Duas letras de suas músicas já podem ser conhecidas no site. Uma com o cantor de surf music Donovan Frankheiter, parceiro do Kid em duas músicas do DVD do último álbum da banda, “Pega Vida”.


    Sobre o outro abelha, George Israel lança seu álbum também este mês. Trecho da primeira música de trabalho, “A noite perfeita”, parceria com o ex-abelha Leoni, já pode ser conferida na net (ver link). É o segundo solo de sua carreira. O primeiro foi “4 letras”, CD muito bom, com letras verdadeiras e despretensiosas. Em “4 letras”, que pode ser ouvido no site do Kid Abelha, George traz composições suas com Cazuza que estavam na gaveta. A música do CD novo é uma balada pop, perfeita de se cantar antes da “noite perfeita”. Aumenta o som!

    Bom, está aí um pouco da “paixão pela música” deste blogueiro. Não deixem de conferir os links:


    - Site da Paula Toller.

    - Música nova do George Israel.

    - Portal do
    Kid.



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  11. Visões

    7 de maio de 2007

    Gabriel Araujo

    Vejo você, aqui e ali; perto, mas longe.
    Vejo você tendo sonhos apaixonados, estranhos, tórridos, românticos.
    Falando de mim pras amigas.

    Vejo você rindo das aventuras e maluquices.
    Vejo você com saudades do beijo, do carinho.
    Escrevendo cartas que não podem ser enviadas.

    Vejo você olhando fotos, lendo antigas mensagens.
    Vejo você lembrando palavras, brigas e juras de amor eterno.
    Se arrumando pela possibilidade de me encontrar.

    Vejo você me procurando nos lugares.
    Vejo você me buscando nas pessoas.
    Sem me encontrar.

    Vejo você chorando escondido, engolindo lágrimas.
    Vejo seus olhos me olhando, por trás das pessoas.
    E desviando o olhar quando percebo e tento te olhar.

    Apenas visões, frutos da minha vontade?
    Ou verdades que não querem ser reveladas?

    Vejo você, aqui e ali; perto, mas longe.
    Vejo você de todas as formas, jeitos e trejeitos.
    Só não vejo da maneira como mais desejo: perto de mim.
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  12. Postais

    5 de maio de 2007

    Série de seis "postais" de lugares que visitei no ano passado. Virou uma mania encontrar uma flor para compor as imagens. Acredito que elas mostrem que, apesar de antigos, os locais têm vida. Um amador tentando encontrar um caminho diferente nas fotografias. Fotográfos profissionais me perdoem. Fotos tiradas pelo blogueiro "ovencedor" e Lucas Araujo.
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